91% dos profissionais brasileiros querem trabalhar no exterior

91% dos profissionais brasileiros querem trabalhar no exterior

A grande maioria dos profissionais brasileiros têm interesse em trabalhar no exterior. De acordo com uma pesquisa realizada pela Talenses, companhia de recrutamento e seleção, 91% dos brasileiros gostariam de deixar o país se tivessem uma oportunidade de emprego no exterior. Dos que já enfrentaram as dificuldades e se mudaram, o motivo para uma eventual volta seria problemas com visto ou documentação.

O estudo mostra ainda que 61% dos profissionais que ainda estão no Brasil esperam a garantia de um emprego no exterior antes de deixar o país. Com a busca por uma melhor qualidade de vida, a segurança de ter estabilidade ao chegar no destino faz toda a diferença e a dificuldade encontrada em ser contratado por uma empresa internacional ou ter problemas com visto pode ser facilmente superada se você tiver dupla cidadania, por exemplo.

Portugal, juntamente com Estados Unidos e Canadá são os destinos mais desejados, segundo a pesquisa. O Facebook acaba de anunciar que abrirá mais de mil vagas só na Irlanda no ano de 2019. A Ilha Esmeralda, com um dos maiores salários mínimos da Europa, está em alta em oferta de empregos, principalmente nas gigantes de TI, como ainda o Google e o Linkedin.

Apesar da crise econômica e da alta taxa de desemprego no Brasil, o maior motivador para uma mudança pro exterior é o sonho de viajar e conhecer novas culturas. A falta de perspectiva de crescimento profissional é o terceiro fator determinante para uma possível mudança.

Considerando que, para sair do Brasil em busca de uma condição de vida melhor, é preciso estabilidade e segurança, caso tenha direito à cidadania italiana, portuguesa, espanhola ou alemã, por exemplo, você terá passe livre em todo o bloco econômico da União Europeia, podendo escolher morar e trabalhar em qualquer dos países pertencentes. Oportunidades de evolução na carreira, estabilidade financeira, bons salários e qualidade de vida, sem precisar se preocupar com visto e permissão para permanecer no país; além de opções de formação nas melhores instituições de ensino europeias pela metade do preço ou de graça.

Se você estiver preparado para realizar o seu sonho de maneira correta, nos procure. Nós somos uma empresa especializada e com mais de 10 anos de experiência em processos de dupla cidadania. Com escritórios em São Paulo, Curitiba, Portugal e Dublin temos uma localidade próxima, para maior conforto e agilidade.

Para onde vão as moedas da Fontana di Trevi ?

Para onde vão as moedas da Fontana di Trevi?

Quem já foi para Itália e visitou Roma, certamente não deixou de passar na Fontana di Trevi e fazer seu pedindo jogando uma moedinha na mais famosa fonte dos desejos. Mas você já se perguntou para onde vão os cerca de 1,5 milhões de euros arrecadados anualmente?
Atualmente, as moedinhas jogadas por milhares de turistas se destinam para uma rede de organizações humanitária, a Caritas. A entidade realiza projetos sociais destinados a ajudar os mais pobres. Mas a prefeita de Roma, Virginia Raggi, tentou alterar o destino do dinheiro para investimento na manutenção de pontos turísticos.

A Igreja Católica, empenhada em manter decisão do antigo prefeito, Walter Veltroni – que em 2001 destinou as moedas da fonte para a Caritas –, publicou um artigo que sensibilizou os romanos e estes protestaram contra a proposta de mudança da prefeita. A decisão de manter a arrecadação para a caridade garantiu ainda a ampliação das doações, já que a partir de agora, a rede de organizações receberá também as moedas recolhidas em outras fontes da cidade.

Roma contabiliza hoje mais de 10 mil desabrigados. E a maior parte do dinheiro jogado pelos turistas na fonte é usado para a criação de abrigos, refeitórios sociais e supermercados com descontos para os mais necessitados.

 

A tendência das múltiplas cidadanias

É cada ano mais comum brasileiros que procuram adquirir sua dupla ou múltipla cidadania. De acordo com o Instituto Nacional de Estatística, por exemplo, o número de brasileiros que adquiriram a cidadania italiana aumentou 300% só no ano de 2016. Mais do que aproveitar das vantagens de ser também cidadão de outro país e poder mais facilmente deixar o Brasil, como tem se mostrado interesse de muitos, colecionar cidadanias se tornou o novo hobbie de milionários. Mas afinal, é possível ter mais que dupla cidadania?


Segundo o Portal Consular do Itamaraty, a Constituição Federal prevê a possibilidade de o brasileiro ter dupla ou múltiplas cidadanias em duas hipóteses: quando há o reconhecimento de nacionalidade originária pela lei estrangeira – quando o país em questão reconhece como nacionais os nascidos em seu território ou filhos e descendentes de seus nacionais –; e quando há imposição de nacionalidade pela norma estrangeira, por meio de processo de naturalização, ao brasileiro residente em estado estrangeiro, como condição para permanência em seu território ou para o exercício de direitos civis.


Sendo assim, não há um limite determinado na lei brasileira que prevê um número máximo de cidadanias. Por exemplo, brasileiro filho de pai e mãe estrangeiros de diferentes nacionalidades, podem requerer passaportes tanto do país de origem do pai, quanto da mãe, e, se aprovado por esses países, somar três nacionalidades.

Há ainda a mais nova tendência de milionários que procuram comprar cidadanias, atrás de segurança fora de suas origens.O símbolo do status pode custar até 87 milhões de reais. Diversos são os países que permitem que residentes apliquem para a cidadania após o cumprimento de alguns critérios, como é o caso dos Estados Unidos e do Passaporte Dourado de Portugal, por exemplo. Mais dez países, entre eles Áustria, Malta e Turquia, permitem que estrangeiros comprem a cidadania em forma de investimento em propriedades ou negócios locais.

Dobra número de brasileiros barrados nas fronteiras europeias

Dobra número de brasileiros barrados nas fronteiras europeias

Relatório divulgado pela agência de fronteiras europeias, a Frontex, mostra que o número de brasileiros deportados da Europa nos primeiros seis meses de 2018 dobrou em relação ao mesmo período do ano passado.

Foram 2.225 brasileiros barrados de entrar no continente entre janeiro e junho – uma média de 12 deportações diárias nas fronteiras europeias.
A falta de documentação apropriada para justificar o motivo da viagem contribuiu na grande maioria dos casos.

As crises política e econômica no Brasil, o aumento da violência e a alta taxa de desemprego, somados com a insuficiência de comprovações podem ser considerados fortes indicativos de que essas pessoas estariam tentando imigrar de maneira ilegal para países europeus.

Ainda de acordo com dados da Frontex, também aumentou 35%, em relação a 2017, o número de brasileiros obrigados a deixar a União Europeia por falta de documentação adequada ou visto – foram 1.037 deportações.

Pesquisa do Datafolha, de maio, mostra que 70 milhões de brasileiros deixariam o país, se tivessem oportunidade. Dados divulgados pela Receita Federal apontam que a saída definitiva do Brasil aumentou 165% no período entre 2011 e 2017. Já estima-se que 3 milhões de brasileiros estejam vivendo longe do país.
De encontro a esses dados, também aumenta o interesse pela dupla cidadania.

Muitos brasileiros são descendentes de imigrantes europeus que no século passado atravessaram o Oceano Atlântico fugindo das guerras e buscando melhores oportunidades. Hoje, as novas gerações buscam fazer a viagem de volta para o Velho Continente.

E a cidadania europeia com certeza é a maneira mais segura e indicada para sair do Brasil e viver na Europa sem risco nas estatísticas de deportação.

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