Dia Nacional do imigrante italiano no Brasil

Dia Nacional do imigrante italiano no Brasil

A escolha do dia 21 de fevereiro é uma homenagem à expedição de Pietro Tabacchi ao Espírito Santo, em 1874. Este evento ficou marcado como o inicio do processo de migração em massa dos italianos para o Brasil. 

Com a crise que se instalou na Itália durante meados do século XIX e XX, muitos camponeses italianos aceitaram os pedidos do governo brasileiro para trabalharem nas lavouras do país, principalmente nas regiões sudeste e sul.

De acordo com dados do Consulado da Itália no Brasil, estima-se que atualmente existam aproximadamente 25 milhões de descendentes de italianos vivendo em terras brasileiras.

 Fonte: 21 de fevereiro dia nacional do imigrante italiano

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Cidadão poderá obter identidade e passaporte em cartórios

Cidadão poderá obter identidade e passaporte em cartórios

Cidadão poderá obter identidade e passaporte em cartórios

A fim de diminuir a burocracia e estender a rede de atendimento aos cidadãos, a Corregedoria Nacional aprovou uma medida administrativa possibilitando a obtenção de passaportes e identidades em cartórios em todo país.

Atualmente existem 8.259 cartórios de Registro civil no Brasil e para que estes tenham o serviço disponível, terão que assinar um convênio com os Órgãos competentes, que analisarão a viabilidade jurídica, técnica e financeira do cartório.

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Fonte: http://www.cnj.jus.br/noticias/cnj/86085-medida-da-corregedoria-facilita-a-emissao-de-documentos-de-identificacao

 

A febre amarela e a exigência do Certificado Internacional de Vacinação para viajantes

A febre amarela e a exigência do Certificado Internacional de Vacinação para viagens

A febre amarela e a exigência do Certificado Internacional de Vacinação para viajantes

Em 2017, o Brasil foi atingido por uma epidemia de febre amarela com o maior número de humanos contaminados pelo vírus desde a década de 1980. Com o surto, vários países da América do Sul e América Central passaram a exigir o Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP) de brasileiros. Nesse ano, a doença volta a assustar a população brasileira e a lista de países que exige o CIVP, atualizada pela Organização Mundial da Saúde, pode continuar aumentando.

A exigência da vacina é principalmente de países que tem risco de surto de febre amarela. Geralmente, situados em latitude tropical ou subtropical, possuem áreas de floresta onde se proliferam os mosquitos transmissores. Portanto, praticamente todos os países da África fazem exigência do Certificado. Assim como Caribe, Venezuela, Austrália, Malta, China, Egito, Filipinas, Tailândia, Índia, entre outros.

Se você tem viagem marcada, programe-se. Primeiro porque é necessário que você tome a vacina pelo menos 10 dias antes de viajar. O posto de saúde ou clínica particular vai emitir um comprovante que você deverá apresentar junto com seu documento com foto na Agência Nacional de Vigilância Sanitária para emissão do CIVP. Segundo que, para conseguir o Certificado, é preciso fazer um cadastramento no site da Anvisa para agendar a retirada. E no Estado de São Paulo, por exemplo, em alguns postos do órgão, esse agendamento está demorando até três meses. Também por causa dessa grande procura pelo documento, a Anvisa está priorizando, nesse momento, o atendimento às pessoas que comprovam que vão viajar para países onde já existe a exigência do CIVP.

Desde o dia 25, o Ministério da Saúde adiantou o programa de vacinação com doses fracionadas, de 0,1 ml que protegem por oito anos. Essa dosagem, que está sendo usadas para poder atender um número maior de pessoas, não é aceita para a emissão do Certificado. É preciso que o viajante tome a dose inteira, de 0,5 ml e que protege por toda a vida. Portanto, para receber a dose padrão de 0,5 ml, você deve apresentar a passagem ou comprovante de viagem no posto de vacinação.

O grupo que não pode tomar a vacina e inclui mulheres grávidas, bebês com menos de seis meses, pessoas em tratamento de quimioterapia ou radioterapia, portadores do vírus HIV e alérgicos a componentes da vacina, terá que apresentar no lugar do CIVP um atestado médico de isenção de vacinação redigido em inglês ou francês. Há no site da Anvisa um modelo de atestado.

Ainda, de acordo com o site da Agência, o certificado é válido para a vida toda, sem necessidade de renovação. Para quem já se vacinou e perdeu o CIVP precisa realizar um novo agendamento nos postos de emissão e, a partir dos seus dados cadastrais, você receberá uma nova via do documento. Se você está no exterior, procure pelo consulado brasileiro para solicitar a segunda via do CIPV.

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Sistema de saúde na Europa

como funcionam os sistemas de saúde na Europa

O sistema de saúde do seu novo lar

Muitos brasileiros que resolvem se mudar para a Europa carregam na bagagem uma grande preocupação: o acesso à saúde no país escolhido. Para quem não possui cidadania europeia e vai apenas turistar ou mesmo fazer intercâmbio em algum dos países parte do Tratado de Schengen é obrigatório a contratação de um Seguro de Viagem Internacional.

Se o destino for Portugal ou Itália, uma boa alternativa, em caso de uma viagem longa, é um convênio para contribuintes do INSS brasileiro. O acordo, de assistência médica recíproca, garante a cidadãos brasileiros, com Certificado de Direito a Assistência Médica no Exterior, acesso aos serviços de saúde da rede pública desses países. O CDAM deve ser emitido ainda no Brasil em um Núcleo Estadual do Ministério da Saúde e é válido por um ano, podendo ser renovado. No caso de atendimento em algum hospital público de Portugal ou Itália, o brasileiro vai pagar o mesmo valor que os cidadãos nativos.

Para italianos residentes na Itália, estrangeiros legalmente inscritos com um permesso di soggiorno e cidadãos de países membros de União Europeia é preciso se cadastrar no Servizio Sanitario Nazionale (SSN) e fazer a tessera sanitaria, uma carteirinha como a do SUS no Brasil. O serviço é praticamente todo gratuito – com exceção de alguns tratamentos com taxas adicionais – com cobertura completa de atendimento de saúde em todo o território italiano, incluindo consulta com especialistas, exames laboratoriais e receitas de medicamentos.

Em Portugal, o atendimento na rede de saúde pública é de qualidade e cobrado. O paciente paga pequenas taxas de acordo com os procedimentos solicitados pelo médico. Apenas a consulta nos Centros de Saúde custa 5 euros. Se precisar ir para a emergência de algum hospital, você desembolsa aproximadamente 20 euros. Para usufruir da rede particular, há opção de planos de saúde privado. Como no Brasil, o valor mensal varia de acordo com a cobertura do plano e a idade do segurado, porém ele não cobre em totalidade os gastos médicos particulares. Portanto, além da mensalidade, é preciso pagar uma porcentagem do que gastar nos atendimentos médicos.

Na Irlanda, a saúde pública é restrita apenas ao grupo que possui Medical Card: cidadãos europeus desempregados ou que comprovem a impossibilidade de pagamento por despesas médicas, aposentados e crianças de até seis anos. Para os demais, é necessário, primeiramente, agendar uma consulta com o General Practitioner (um clínico geral). Custa em média 50 euros e, em caso de necessidade, é este médico que irá encaminhar para o especialista. Aí sim haverá a opção de consulta na rede pública, porém pode haver uma longa espera. Caso o atendimento for ambulatorial ou de emergência, mesmo que em um hospital público, sem o pedido do médico, a taxa cobrada é de 100 euros.

Cada país na Europa possui seu sistema próprio de saúde. Há lugares em que não há necessidade de pagar por um plano privado, visto que o atendimento público é de qualidade e praticamente gratuito. Nesse caso, é preciso se informar sobre a exigência de cadastramento no sistema de saúde do país para garantir o atendimento. Em outros lugares, o pagamento mensal de um plano privado pode ser a melhor opção. Por isso, antes de arrumar as malas e alterar o endereço, é tão importante pesquisar também o sistema de saúde do país que escolher como seu novo lar.

 

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